PCC ‘batiza’ estrangeiros no grupo de olho na expansão do tráfico de drogas na Europa

“O PCC gostaria sim de expandir, tem essa ideia, esse projeto na cabeça dos líderes. É um plano, mas o PCC ainda é um jogador com muitas limitações”, avalia a professora Camila Nunes Dias, que lança em agosto o livro A Guerra: a ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil, no qual ela e Bruno Paes Manso falam também da atuação da organização no Paraguai.

Para Camila, “o PCC continua sendo uma associação de bandidos comuns” com base no sistema prisional. Ela vê essas características como fragilidades que dificultam a expansão do grupo a ponto de competir com, por exemplo, as bem estruturadas máfias italianas. Ela observa ainda que subir na estrutura da organização e partir para a ostentação de uma vida luxuosa coloca os integrantes do PCC em situação de vulnerabilidade.

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